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Artigos completos publicados em periódicos

Artigos completos publicados em periódicos

LEITE, M. D. T.. Performatividades na cidade: interstícios entre a intimidade e a coletividade.. Ateliê Compartilhado, v. 3, p. 126-148, 2016.

 

LEITE, MARCELO DENNY. Corpos dilatados: relações contemporâneas brasileiras entre cena e tecnologias. Revista Sala Preta Eletrônica, v. 15, p. 136-148, 2015.

 

Livros publicados/organizados ou edições

LEITE, M. D. T.; LEAL, Dodi (Org.) . Gênero expandido: performances e contrassexualidades. 1. ed. São Paulo: Annablume, 2018. v. 1. 420p .

 

Capítulos de livros publicados

LEITE, M. D. T.; LEAL, Dodi . Gênero entre a crise e a insurreição. In: LEAL, Dodi; LEITE, M.D.T.. (Org.). Gênero expandido : performances e contrassexualidades. 1ed.São Paulo: Annablume, 2018, v. 1, p. 17-30.

 

LEITE, M. D. T.; FREITAS, Eduardo . Górgona: a devolutiva do olhar na arte contemporânea brasileira. In: LEAL, Dodi; DENNY, M.. (Org.). Gênero expandido: performances e contrassexualidades. 1ed.São Paulo: Annablume, 2018, v. 1, p. 1-420.

 

Eduardo Bruno ; LEITE, M. D. T. . Confrontos poéticos e políticos: o corpo e a cidade na performance urbana ?cegos?. In: Robson Xavier da Costa; Lívia Marques Carvalho; Madalena Zaccara, Maria Betânia e Silva. (Org.). Arte e Política: IV Diálogos Internacionais em Artes Visuais e I Encontro Regional da ANPAP/NE. 23ed.Pernambuco: Editora UFPE, 2015, v. 1, p. 1-772.

 

Textos em jornais de notícias/revistas

LEITE, M. D. T.. Sutileza do micro: uma percepção no trabalho da direção de arte no espetáculo Pulsão. Revista Sala Preta, p. 184 – 190, 25 jun. 2014.

 

Trabalhos completos publicados em anais de congressos

LEITE, M. D. T.; FREITAS, Eduardo . Performance como ensino, ensino em performance: uma experiência junto ao núcleo de performance-CCJ/SP. In: IX Jornada Latino-Americana de Estudos Teatrais, 2016, Blumenau. IX Jornada Latino-Americana de Estudos Teatrais: O ensino do Teatro Hoje, 2016.

Cenografia Digital-resumo

Cenografia Digital na cena contemporânea

Qual é o lugar das imagens tecnológicas na cena hoje? O que muda com a inclusão das linguagens cinematográficas, videográficas e agora a internet nas artes cênicas na contemporaneidade? Quais seriam as contribuições desses cruzamentos entre o teatro, a performance art, a ópera e a dança, quando utilizam as linguagens audiovisuais? Cenografia Digital na cena contemporânea reflete sobre as contribuições e as renovações das tecnologias da imagem na cena atual, divididas em três pilares de análise: imagens tecnológicas em relação ao Espaço, depois sobre o Tempo e finalmente sobre o Corpo.

Com exemplos da cena contemporânea, mas também recorrendo aos pioneiros nessa atividade, Marcelo Denny mostra como os recursos eletrônicos e digitais alteram as potências cênicas. Traz uma análise de trabalhos que desenvolveu como diretor e diretor de arte/cenógrafo nos últimos anos, bem como exemplos de artistas e grupos nacionais e internacionais.

Oferece, desta forma, um panorama inédito sobre o tema para professores de artes cênicas em geral, assim como para diretores, cenógrafos, profissionais do cinema e do vídeo, artistas das mídias e outras pessoas que investiguem a encenação contemporânea e seu universo híbrido.

Gênero Expandido – Resumo

Gênero Expandido : Performances e Contrassexualidades
Dodi Leal e Marcelo Denny (Organizadores)
Formato: 16×23 cm, 420 páginas
ISBN: 978-85-391-0908-1

Da impossibilidade de afirmar-se enquanto totalidade e, simultaneamente, da vigorosa recusa de ver-se enquanto unidade, o sujeito hoje rascunha identidade por operações fecundas. No entanto, em tempos de sucessivos golpes, os processos de gênero que se desenham são perspectivados com traços que parecem nos escapar. Fracassos históricos que ora dependiam de revoluções para formar simetrias, parecem nos colocar agora diante do seguinte exercício: gênero pela categoria do expandido pressupõe gestos ininterruptos.

Se processos hegemônicos se apoiaram fortuitamente em nós mesmas/os até o presente para se legitimarem e se o vocábulo crise já não desperta modos transformativos das opressões, são as insurreições artísticas que convocamos na presente obra para tratar de gênero. Recusar-se a ontologizar a prática de ver-se e ver a/o outra/o no social tira da zona de conforto até mesmo estratégias sociais harmonizadoras. A tensão com a qual trabalhamos aqui tem na ação do imaginário sensível e no inventário poético a força para desmentir as injúrias que ainda sequer foram inventadas pela cisnormatividade.

Queremos com este labor, por outro lado, desmentir também. Será preciso desapegar-se da arte e da sexualidade, tais quais concebidas como áreas, para suportar dispositivos de gênero pensados pela marginalidade. Da espessura densa que tem os centros das estéticas clássicas ou das sexualidades intitimistas, esta tessitura complexa e arredondada que chamamos agora de livro-lugar se opõe ao privado mostrando em tom de ruptura e de fronteira as lindezas dos saberes e afetos públicos das periferias do social.

Xs organizadorxs

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